Dos meus gostos?

Postado por Maria Antônia , sábado, 2 de abril de 2011 12:35


"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre".

Clarice Lispector

Ser bom e ainda assim ser melhor.

Postado por Maria Antônia , domingo, 28 de novembro de 2010 13:53


B.B. King, uma tarde de domingo (prestes a ter uma insolação) e a persistência de uma certa pessoa de cabelos vermelhos que voa, me inspiraram à atualizar o blog. Além de que a última semana foi tão intensa.... há algum tempo não sentia isso ou não me permitia assim... algumas pessoas nos fazem um bem danado.
Não vou escrever sobre minhas noites entregue a boemia, ou sobre algum filme (apesar de que filmes me inspiram e muito a escrever) mas à vontade de externar esse sentimento que pode durar muito mais do que imagino... ou não. É... tudo passa e os momentos bons então, nooossa eles voam!
Final de ano tá ai, paro e penso se já coloquei em prática todos os planos que tive pra ele e acho que sim. Me deixo ser livre para pensar que é assim. E que assim pode ser bom, mas não o suficiente. Me permito ainda a acreditar que pode ser melhor.


Há, o Tempo!

Postado por Maria Antônia , quarta-feira, 5 de maio de 2010 22:30

Hoje bateu aquela nostalgia, relembrar velhos momentos, momentos de quando éramos crianças, de quando brincávamos na rua, ou de quando ainda namorávamos escondidos dos pais. E quem não queria voltar no tempo? Talvez, quem sabe, voltar a ser criança e experimentar coisas novas? Ou voltando um pouco menos, rever aquele amor, um amigo, um primo, um tio, um ser qualquer que ficou esquecido, mas que de vez em quando nossa memória (nos trai e) os traz de volta?
Pois é o tempo não volta, não volta mesmo, infelizmente.
E não dá pra querer fazer coisas que fazíamos há algumas épocas atrás, cada coisa tem seu momento certo.
Quintana já nos lembrava a respeito do Tempo:
“A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.”


”Tempo,
Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha.”

Boemia, aqui me tens de regresso

Postado por Maria Antônia , segunda-feira, 26 de abril de 2010 22:34


E depois de um longo periodo sem sair de casa, eis que não tem uma sexta que não saio. Amigos, brejas, conversas bobas mas interessantes, sons novos, bandas novas, nem sempre caras novas é verdade mas aquela instiga, aquele vibe boa e o descanso bem merecido depois de uma semana corrida e agitada.
Mas quando começa a semana é aquele "auê" a ressaca então quando vem, nooossa parece que você levou aquela surra. E você diz "nunca mais eu bebo, proximo fds eu não saio" ai chega o fds e você faz tudo igual. Não tem jeito a ressaca é triste, mas a alegria de sair com os amigos e jogar conversa fora não tem comparação.
E que venham mais e mais fds, até porque como já disse ou melhor cantou Adelino Moreira: "Boemia, aqui me tens de regresso
E suplicante lhe peço a minha nova inscrição
Voltei, pra rever os amigos que um dia
Eu deixei a chorar de alegria
Me acompanha o meu violão"

Postado por Maria Antônia , sábado, 24 de abril de 2010 23:29


Pois é, este blog há muito tempo precisava de uma modificação, mas isso dá muito trabalho e uma paciência que não existe em mim. Portanto postar as letras das músicas que eu mais amo é uma forma nada criativa mas muito prática de ao menos dizer que tenho um blog, né.
Enfim não sei de onde veio a diposição, (mentira eu sei) mas resolvi postar. E com uma dica de um filme de 1986 Stand By Me, dirigido por Rob Reiner, que na versão em protuguês ganhou o titulo de Conta Comigo, acho ate que já chegou a passar na sessão da tarde na globo, isso quando eu tinha uns 15 anos, ou seja já faz um tempinho. Mas o mais interessante é que a partir dai eu comecei a curtir a música de mesmo nome de Ben E. King que rola nos créditos finais do filme, que é mais que perfeita quando cantada por Lennon. Apesar de ter inumeras interpretações, tipo o Oasis, Cantores de rua, Penny wise esse último numa versão bem diferente da original, que era o estilo deles, claro.
Por fim, é um filme que não sei se hoje teria o mesmo significado pra mim de que teve na época, mas por ser muito marcante e baseado num conto de nada mais nada menos que Stephen King - (The Body) é um filme que vale a pena comentar. Sem contar os atores que fazem parte do elenco, só pra citar River Phoenix e Kiefer Sutherland o agente Jack Bauer da serie 24 Horas na época muito jovem ainda.
Vale a pena conferir... nostalgia pura.

Postado por Maria Antônia , segunda-feira, 22 de março de 2010 10:49

”Cada um tem de mim exatamente o que cativou.” (Charles Chaplin)

...

Postado por Maria Antônia , sábado, 13 de março de 2010 18:46


Amor, Meu Grande Amor

Composição: Angela Ro Ro e Ana Terra

Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções
Como as paixões
E as palavras...

Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo
Ou se sou água...

Amor, meu grande amor
Me chegue assim
Bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir
O que não sente...

Pois tudo o que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim, até o começo...

Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira...

Enquanto me tiver
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Me reconheça...

Pois tudo que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo...

Amor, meu grande amor
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Por favor, me reconheça...

Pois tudo que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo...